Isolamento social causa danos cognitivos e afetivos em crianças e adolescentes

Curso de Psicologia oferece consultoria organizacional

Editoria: Psicologia

A consultoria é para a implementação de programas de diversidade e inclusão nas organizações

A consultoria é para a implementação de programas de diversidade e inclusão nas organizações 

O nosso curso de Psicologia, por meio do programa de iniciação científica, está realizando o projeto “Promova Diversidade e Inclusão” de promoção de programas de diversidade e inclusão nas organizações do DF e entorno.  A proposta é analisar a composição funcional das organizações participantes por entrevistas e grupos focais. A partir desse diagnóstico, será sugerido o programa de intervenção de acordo com as necessidades específicas da organização participante. 

A demanda por reconhecimento de diversidade e inclusão social em organizações tem sido crescente, mas pode trazer desafios na sua implementação. Esse projeto propõe ajudar nessa missão, proporcionando a experiência psicológica de inclusão para os funcionários de organizações e a implementação de ações que sustentem uma cultura inclusiva. Para as organizações que estão preocupadas em inovar e competir em um mercado cada vez mais globalizado e atento aos valores das empresas. Os benefícios vão muito além de atender clientes cada vez mais diversos com seus produtos e serviços, promove conhecimentos com perspectiva plural e cria valor para a marca, se inserindo em um contexto de valorização de questões sociais.

Para a sociedade são inúmeros os benefícios de mais organizações com programas de diversidade. Entre eles, a representatividade, que os grupos possam se ver em cargos de importância nas organizações,  produtos que atendem às necessidades desses grupos, uma vez que são elaborados por pessoas que conhecem essas necessidades. Além de promover um ambiente de trabalho mais saudável a partir da troca de experiências e a aprendizagem com a diversidade.

As organizações também se beneficiam com destaque no mercado e mais demandas, podendo inclusive ganhar prêmios com a iniciativa. Para participar a organização deve enviar e-mail com a seguinte descrição no campo assunto (Gestão de diversidades + nome da organização) para hannah.souza@uniceplac.edu.br

UNICEPLAC na segunda fase do I Desafio Universitário pela Primeira Infância

Editoria: Psicologia

 O projeto cuidar brincante está na segunda fase do desafio universitário  Nosso projeto que está participando do desafio é o “Cuidar Brincante”, cujo objetivo é promover assistência e acompanhamento multifamiliar, sistêmico e inclusivo, por meio de programas interdisciplinares e oficinas com métodos inovadores e pré-existentes relacionados à música, arte e dança, como musicalização, arteterapia, contação...

 O projeto cuidar brincante está na segunda fase do desafio universitário 

Nosso projeto que está participando do desafio é o “Cuidar Brincante”, cujo objetivo é promover assistência e acompanhamento multifamiliar, sistêmico e inclusivo, por meio de programas interdisciplinares e oficinas com métodos inovadores e pré-existentes relacionados à música, arte e dança, como musicalização, arteterapia, contação de histórias, dançaterapia e psicoterapias. 

A iniciativa CuidarBrincante é uma proposta interdisciplinar que envolve três dos nossos cursos, Pedagogia, Psicologia, Educação Física. O foco é a potencialização das múltiplas aprendizagens das crianças, por meio de intervenções lúdicas que possibilitam a interação com pares, com diferentes objetos e com cuidadores. Mediados por docentes e futuros profissionais dessas áreas que promoverão novas experiências nas relações sociais, psicomotoras e afetivas das crianças. Assim, o trabalho conjunto da equipe terá diferentes olhares da criança, para saúde e educação, sob os aspectos do desenvolvimento cognitivo, psicossocial, emocional e físico. As propostas serão delineadas a partir do levantamento das necessidades iniciais dos grupos, para direcionar estratégias de ação continuada com o enriquecimento de estímulos no cotidiano, bem como na busca de soluções para se ampliar os cuidados, de forma lúdica e educativa com as crianças, e educativa e preventiva com as gestantes.  O público alvo do projeto CuidarBrincante são gestantes de alto a baixo risco e crianças de 0 a 3 anos de famílias de baixa renda, moradores da região do Gama/DF, onde a IES se encontra.

> Link do nosso projeto no site do I Desafio da Primeira Infancia: https://bityli.com/bxmcq

Isolamento social causa danos cognitivos e afetivos em crianças e adolescentes

Editoria: Psicologia

Médico e psicóloga alertam para efeitos negativos da falta de convivência entre estudantes no ambiente escolar O período de quarentena e o decorrente ensino a distância impostos aos jovens estudantes têm lhes proporcionado constantes desafios psicológicos. Estresse, ansiedade e depressão são doenças que muitos deles talvez precisem enfrentar neste momento. Nesse sentido, o adequado suporte...

Médico e psicóloga alertam para efeitos negativos da falta de convivência entre estudantes no ambiente escolar

O período de quarentena e o decorrente ensino a distância impostos aos jovens estudantes têm lhes proporcionado constantes desafios psicológicos. Estresse, ansiedade e depressão são doenças que muitos deles talvez precisem enfrentar neste momento. Nesse sentido, o adequado suporte psicológico pode ser uma ferramenta de muita ajuda.

O rompimento abrupto da rotina causa um desconforto natural tanto em adultos quanto em crianças. As incertezas sobre o futuro acabam refletindo no comportamento das crianças, deixando-as inseguras, irritadas e agitadas. A professora do Uniceplac e psicóloga, Kellen Lima, explica que “o estabelecimento de uma rotina ameniza o impacto do isolamento, mas não substitui a importância do contato social para o desenvolvimento das crianças”.

Para a especialista, o contato social está relacionado também ao ensino de regras de convívio e respeito aos pares, resolução de conflitos, trabalho em grupo e aumento de repertório comunicativo. “Quanto maior o tempo de isolamento, mais o choro, os pedidos para sair e as falas de saudades acabam se tornando uma constante.  Alguns casos vão exigir orientação profissional no manejo parental acerca de sinais e sintomas de depressão, por exemplo”.

Segundo o médico e Ceo do Programa EuSaúde Educação, Ricardo Cabral, “o ambiente escolar é muito mais do que aprender o conteúdo, tem a prática de atividades físicas e a interação social com os colegas”. E acrescenta que durante esse período de suspensão das aulas presenciais é natural uma diminuição da curva de aprendizagem: “é plausível esperar que com menos estímulo haja menor resposta cognitiva. Estudos mostram ainda o aumento da irritabilidade, depressão, dificuldades de sociabilidade e até mesmo mudanças de apetite”

Uma outra preocupação crescente durante o isolamento é o aumento do uso de eletrônicos. “Com os pais em home office, e com as tarefas acumuladas, muitos deles acabam recorrendo ao uso de eletrônicos como forma de propiciar lazer aos filhos. Mas, o uso exagerado desses aparelhos acaba entrando na rotina e ocupando muitas horas do dia das crianças, tornando-as cada vez mais isoladas e irritadas. Os pais acabam preferindo que os filhos tenham acesso a esse tipo de recurso do que ficarem irritados e agitados em casa. Vira um ciclo vicioso”, complementa Kellen.

Os efeitos psicológicos devem ser considerados no momento da volta as aulas, já que parte das crianças e adolescentes estarão fragilizados, sofrendo com estresse ou outros problemas psicológicos. Uma das opções do programa EuSaúde Educação é oferecer aos estudantes que apresentam sintomas agudos um atendimento de telemedicina e telepsicologia. Muitas vezes, a telepsicologia pode ser feita em grupo, para que eles possam conversar, socializar e compartilhar sua situação atual, além de consultas individuais.

Recentemente, a OMS, o Unicef e a Unesco recomendaram aos governos que coloquem a abertura de escolas como prioridade. De acordo com as entidades, não existem evidências suficientes para declarar que a reabertura de escolas seriam as responsáveis pelo agravamento da transmissão da covid-19 em uma comunidade, desde que as medidas de proteção e de saúde fossem adotadas.

As recomendações são parte do novo guia publicado na última segunda-feira,14, pela OMS, Unesco e pela Unicef sobre a retomada das aulas e o papel do sistema de ensino em meio a uma pandemia. Essa é a primeira vez desde maio que a OMS atualiza suas orientações. O manual determina critérios e medidas com base na faixa-etária das crianças.