V Congresso de Medicina do UNICEPLAC debate inteligência artificial

UNICEPLAC abre inscrições para o processo seletivo de Medicina 2027.1

Editoria: Medicina

As provas serão aplicadas dia 1º de novembro no campus do UNICEPLAC, no Gama As inscrições para o processo seletivo do primeiro semestre de 2027 do curso de Medicina do Centro Universitário UNICEPLAC estão abertas. Ao todo, serão ofertadas 70 vagas, sendo 65 destinadas ao vestibular e 5 ao ingresso por meio da nota do...

As provas serão aplicadas dia 1º de novembro no campus do UNICEPLAC, no Gama

As inscrições para o processo seletivo do primeiro semestre de 2027 do curso de Medicina do Centro Universitário UNICEPLAC estão abertas. Ao todo, serão ofertadas 70 vagas, sendo 65 destinadas ao vestibular e 5 ao ingresso por meio da nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os interessados podem se inscrever até 5 de outubro, exclusivamente pela internet.

A prova acontecerá no dia 1º de novembro de 2026, no campus do UNICEPLAC, localizado no Gama - DF. As informações sobre as etapas da seleção, os documentos necessários, os critérios de classificação e o cronograma completo estão disponíveis no edital.

Acesse o edital e faça sua inscrição clicando aqui.

Sobre o curso de Medicina

Com duração de seis anos, o curso de Medicina do UNICEPLAC prepara os estudantes para atuar nos diferentes níveis de atenção à saúde. A formação contempla conhecimentos científicos, o desenvolvimento de habilidades clínicas e o contato com situações relacionadas à rotina profissional.

A graduação adota metodologias ativas de ensino, que incentivam a participação dos alunos na construção do conhecimento, na análise de casos e na tomada de decisões. O curso também conta com professores mestres e doutores, além de uma estrutura voltada à integração entre teoria e prática.

Experiências práticas desde o início da graduação

No Centro de Realidade Simulada, os estudantes participam de atividades que reproduzem atendimentos, procedimentos clínicos e situações presentes na rotina dos profissionais de saúde. 

O espaço conta com manequins de alta tecnologia, recursos de realidade virtual e aumentada, além de cenários controlados para o desenvolvimento de habilidades técnicas e comportamentais.

O UNICEPLAC também mantém mais de 35 ambulatórios dentro do campus da instituição, onde são realizados atendimentos gratuitos à comunidade em diferentes especialidades médicas. 

As atividades permitem que os alunos acompanhem pacientes e coloquem em prática os conteúdos aprendidos ao longo da graduação, sempre sob a supervisão de professores e profissionais qualificados.

Sobre o UNICEPLAC

Há 39 anos no Distrito Federal, o Centro Universitário UNICEPLAC desenvolve atividades de ensino, pesquisa e extensão. A instituição é nota máxima no MEC (5) e oferece mais de 20 cursos de graduação, entre eles Medicina, Odontologia, Direito, Psicologia e Nutrição.

Além da formação acadêmica, o UNICEPLAC incentiva a participação dos estudantes em projetos de iniciação científica, ações de extensão, empresas juniores, incubadoras e programas de internacionalização.

Estudantes de Medicina do UNICEPLAC participam de palestra em parceria com a MedCof

Editoria: Medicina

Encontro conduzido pelo médico infectologista Caio Trevelin Sambo abordou a reta final de preparação para o Enamed Os estudantes do curso de Medicina do Centro Universitário UNICEPLAC participaram, nesta quinta-feira (30), da palestra “Reta final para o Enamed: ainda dá tempo?”. Conduzido pelo médico infectologista e professor do Grupo MedCof Caio Trevelin Sambo, o encontro...

Encontro conduzido pelo médico infectologista Caio Trevelin Sambo abordou a reta final de preparação para o Enamed

Os estudantes do curso de Medicina do Centro Universitário UNICEPLAC participaram, nesta quinta-feira (30), da palestra “Reta final para o Enamed: ainda dá tempo?”. Conduzido pelo médico infectologista e professor do Grupo MedCof Caio Trevelin Sambo, o encontro ocorreu no Auditório Vermelho e apresentou orientações para a preparação para o Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed).

A palestra propôs uma discussão sobre o período que antecede a avaliação e as possibilidades de ajustar a preparação para a prova. O encontro também aproximou os estudantes de orientações relacionadas à organização dos estudos e à revisão dos conhecimentos adquiridos durante a graduação.

Caio Trevelin Sambo é graduado pela Faculdade de Ciências Médicas de Santos, infectologista pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e doutorando em Doenças Infecciosas pela mesma instituição. Atualmente, também atua como coordenador da Mentoria Singular do Grupo MedCof.

Dr. Caio Trevelin Sambo

A aula faz parte das ações desenvolvidas a partir da parceria entre o UNICEPLAC e o Grupo MedCof, voltadas à preparação dos estudantes para avaliações da formação médica e para o ingresso em programas de residência. Por meio da iniciativa, os alunos têm acesso a conteúdos, simulados e recursos de acompanhamento dos estudos.

Dia do Amigo: estudo mostra que amizades fortalecem a saúde física e mental

Editoria: Medicina

Pesquisa aponta que relacionamentos de qualidade estão entre os principais fatores para uma vida mais longa, saudável e feliz Celebrado em 20 de julho no Brasil e em outros países da América do Sul, como Argentina e Uruguai, o Dia do Amigo vai além de uma data comemorativa: é um convite para reconhecer a importância...

Pesquisa aponta que relacionamentos de qualidade estão entre os principais fatores para uma vida mais longa, saudável e feliz

Celebrado em 20 de julho no Brasil e em outros países da América do Sul, como Argentina e Uruguai, o Dia do Amigo vai além de uma data comemorativa: é um convite para reconhecer a importância dos laços que fortalecem a saúde, o bem-estar e a qualidade de vida. A celebração foi idealizada pelo professor argentino Enrique Ernesto Febbraro, inspirado pela chegada do homem à Lua, em 20 de julho de 1969. Para ele, a conquista representava a capacidade da humanidade de superar desafios por meio da cooperação, tornando-se um símbolo da amizade e da união entre os povos.

A relevância da amizade também é comprovada pela ciência. Em 1938, a Universidade Harvard iniciou o Harvard Study of Adult Development, considerado o mais longo estudo sobre desenvolvimento humano e qualidade de vida. Há mais de oito décadas, a pesquisa acompanha centenas de participantes e seus familiares para responder a uma pergunta simples: o que faz uma pessoa viver mais, melhor e com mais felicidade?

Após décadas de entrevistas, exames médicos e avaliações periódicas, os pesquisadores chegaram a uma conclusão: o fator que mais influencia a saúde, a felicidade e a longevidade não é a riqueza, a genética ou o sucesso profissional, mas a qualidade dos relacionamentos. Pessoas que cultivam amizades e vínculos sociais sólidos apresentam menor risco de doenças cardiovasculares, menor declínio cognitivo e melhor qualidade de vida ao longo dos anos.

Para o psiquiatra Dr. Raphael Boechat, professor do curso de Medicina do Centro Universitário UNICEPLAC, essa relação entre amizade e saúde tem raízes profundas na própria evolução da espécie humana. “O ser humano sempre buscou viver em comunidade como forma de sobrevivência. Ao longo da evolução, quem vivia em grupo tinha mais chances de enfrentar desafios, proteger-se e sobreviver. Essa necessidade de convivência ficou registrada na nossa história evolutiva e hoje sabemos, por meio de diversas pesquisas, que manter relacionamentos próximos fortalece não apenas o bem-estar emocional, mas também a imunidade e a saúde física. Ter vínculos afetivos é uma necessidade humana”.

Amizades reais continuam insubstituíveis

Em uma sociedade cada vez mais conectada pelas redes sociais e pela comunicação digital, o especialista alerta que as conexões virtuais não substituem completamente as relações presenciais. Segundo Dr. Raphael Boechat, embora a tecnologia aproxime pessoas que estão distantes, o contato face a face continua sendo essencial para a construção de vínculos mais profundos e saudáveis. “As relações virtuais têm seu papel, mas estudos mostram que elas não oferecem a mesma qualidade de interação. No contato presencial percebemos expressões faciais, linguagem corporal, emoções e pequenas reações que fortalecem a empatia e a comunicação. Olhar nos olhos, compartilhar momentos e conviver pessoalmente faz diferença para a saúde mental e para a construção de vínculos verdadeiros”.

Rede de apoio

Estudante do 8º semestre de Odontologia do UNICEPLAC, Lívia Attiê Jaciuk de Lima acredita que a amizade é essencial em todas as fases da vida, especialmente durante a graduação. “Saber que existem pessoas ao seu lado vivendo os mesmos desafios, medos e conquistas faz toda a diferença. Esse suporte traz mais segurança para seguir em frente, fortalece nos momentos difíceis e mostra que você não está sozinho nessa caminhada”, afirma.

Segundo a estudante, os amigos se tornam uma verdadeira rede de apoio ao longo da formação acadêmica. “Sempre nos apoiamos, principalmente quando bate a insegurança por realizar um procedimento pela primeira vez ou o medo de que algo não saia como o esperado. Ao longo desses quatro anos de faculdade, enfrentamos tudo juntos: estudamos lado a lado, tiramos dúvidas, superamos nossos medos e comemoramos cada conquista. Ter pessoas com quem compartilhar essa trajetória fez toda a diferença e, sem dúvida, foi um dos principais motivos que me ajudaram a permanecer firme até hoje”, completa.

Já o estudante do 12º semestre de Medicina do UNICEPLAC, Samuel Sotero, destaca que as amizades construídas na universidade vão além da convivência e contribuem para o crescimento pessoal e profissional. “As amizades nos dão a base para crescer sem perder de vista nossos valores e objetivos. Na faculdade, isso é essencial. Ter pessoas ao nosso lado para compartilhar desafios, trocar conhecimentos, oferecer apoio nos momentos difíceis e celebrar cada conquista torna a jornada mais leve e fortalece nossa confiança para seguir em frente”, afirma.

Oficinas do PISSCO colocam a saúde mental do estudante de Medicina no centro das discussões

Editoria: Medicina

Disciplina de extensão do curso de Medicina do UNICEPLAC utilizou metodologias ativas para estimular a reflexão sobre desafios da saúde mental durante a graduação A saúde mental de quem cuida também precisa ser discutida durante a formação médica. Foi com essa proposta que estudantes do 8º semestre de Medicina do UNICEPLAC participaram, ao longo do...

Disciplina de extensão do curso de Medicina do UNICEPLAC utilizou metodologias ativas para estimular a reflexão sobre desafios da saúde mental durante a graduação

A saúde mental de quem cuida também precisa ser discutida durante a formação médica. Foi com essa proposta que estudantes do 8º semestre de Medicina do UNICEPLAC participaram, ao longo do primeiro semestre de 2026, de oficinas sobre temas que fazem parte da rotina universitária, como estresse, ansiedade, depressão, uso das redes sociais, apostas on-line e consumo de cigarros eletrônicos.

As atividades fizeram parte do Programa de Interação, Serviço, Saúde e Comunidade (PISSCO), disciplina obrigatória do curso que desenvolve ações de extensão universitária. 

As oficinas foram conduzidas pelo professor Dr. Ubirajara José Picanço de Miranda Junior, que optou por uma metodologia diferente das aulas tradicionais: em vez de apresentações expositivas, os próprios estudantes conduziram as discussões e provocaram os colegas a refletirem sobre situações vividas no dia a dia da graduação.

"Não é uma sala de aula, não é uma apresentação de um tema pelo professor. Muito pelo contrário. As Diretrizes Curriculares Nacionais propõem que o ensino seja centrado no estudante", explica o docente.

A primeira oficina partiu de uma pergunta simples: quais são os principais desafios para a saúde mental de um estudante de Medicina? Em pequenos grupos, os alunos levantaram questões que fazem parte da rotina acadêmica, como a carga horária, a pressão pelas avaliações, a concorrência entre colegas, a expectativa em relação à residência médica e o contato com os serviços de saúde.

A partir desse levantamento, as discussões passaram a abordar três temas que apareceram com frequência entre os relatos: estresse, ansiedade e depressão.

"O objetivo é fazer uma discussão com reflexão crítica sobre o assunto e não somente ter uma aula sobre isso", afirma o prof. Dr. Ubirajara.

Segundo o docente, o propósito das atividades vai além da discussão dos temas. Ao colocar os estudantes como protagonistas, a disciplina busca desenvolver uma postura crítica diante de situações que poderão ser vivenciadas tanto durante a graduação quanto no exercício da profissão.

"A disciplina trabalha não só a habilidade do aluno de lidar com o tema, mas também sua atitude diante dele e diante do paciente. Quando esse paciente trouxer essas questões, o estudante terá mais elementos para compreender a situação e estabelecer uma relação de cuidado mais qualificada", destaca.

Para registrar as experiências desenvolvidas ao longo do semestre, os relatos produzidos pelos alunos durante as oficinas serão reunidos e publicados na revista científica do curso. 

Estudantes de Medicina do UNICEPLAC conquistam 1º lugar no 58º Congresso de Ginecologia e Obstetrícia do DF

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Pesquisa utiliza inteligência artificial para aprimorar o rastreamento do câncer do colo do útero Estudantes do curso de Medicina do Centro Universitário UNICEPLAC conquistaram Menção Honrosa e o 1º lugar na área de Ginecologia durante o 58º Congresso de Ginecologia e Obstetrícia do Distrito Federal (CGO-DF), realizado entre os dias 18 e 20 de junho...

Pesquisa utiliza inteligência artificial para aprimorar o rastreamento do câncer do colo do útero

Estudantes do curso de Medicina do Centro Universitário UNICEPLAC conquistaram Menção Honrosa e o 1º lugar na área de Ginecologia durante o 58º Congresso de Ginecologia e Obstetrícia do Distrito Federal (CGO-DF), realizado entre os dias 18 e 20 de junho de 2026, em Brasília. 

O reconhecimento foi concedido ao trabalho “Predição Algorítmica e DNA-HPV no Rastreamento Baseado em Risco do Câncer Cervical”, desenvolvido pelas estudantes Larissa Emanuelle Sestari, Lany Franciely da Silva Figueiredo, Gabriela Castro dos Anjos e Ivana Caetano Strauss, com orientação da professora Dra. Gabriela Galdino de Faria Barros. 

A pesquisa avaliou o potencial da inteligência artificial associada ao rastreamento molecular do HPV na identificação de lesões cervicais precursoras do câncer do colo do útero. A proposta busca aprimorar a estratificação de risco das pacientes e contribuir para decisões clínicas mais precisas e individualizadas. 

“É com profundo orgulho que celebro o primeiro lugar conquistado pelas minhas orientandas. Este prêmio é o reflexo de um trabalho impecável, que une o rigor da investigação científica à força e ao talento de mulheres na ciência. Uma conquista brilhante que inspira o futuro da nossa comunidade acadêmica”, destaca a professora Dra. Gabriela 

“Essa conquista demonstra que a pesquisa científica pode gerar impacto mesmo nos primeiros semestres da graduação quando há comprometimento, curiosidade e trabalho em equipe. Para mim, a premiação tem um significado ainda maior por unir minha experiência prévia como pesquisadora à minha atual formação médica. Ela reforça a convicção de que a ciência é uma ferramenta fundamental para transformar a prática clínica e melhorar a vida das pessoas”, afirma Larissa Emanuelle Sestari, estudante do 3º semestre de Medicina. 

A pesquisa foi conduzida por meio de uma revisão sistemática da literatura, seguindo as recomendações do protocolo PRISMA 2020. Foram realizadas buscas em bases científicas, seleção dos estudos elegíveis, avaliação metodológica, extração de dados e análise crítica dos resultados relacionados ao uso da inteligência artificial aplicada ao rastreamento molecular do HPV. 

Os resultados indicam que a associação entre inteligência artificial e testes moleculares para HPV apresenta potencial para melhorar a identificação de pacientes com maior risco de desenvolver lesões cervicais de alto grau. A abordagem pode contribuir para estratégias de rastreamento mais precisas, personalizadas e eficientes, favorecendo a prevenção e o diagnóstico precoce. 

Como próximos passos, a equipe pretende aprofundar a análise dos dados, elaborar artigos científicos para publicação e ampliar as investigações sobre a aplicação da inteligência artificial no rastreamento do câncer cervical. 

Formação científica desde os primeiros semestres 

As integrantes do projeto destacam que a experiência reforça a importância da pesquisa científica na formação médica. “Encontrei no curso um ambiente que incentiva a participação em atividades científicas e a busca constante por evidências. Isso permite que os estudantes desenvolvam pensamento crítico e fortaleçam competências fundamentais para uma prática médica baseada em evidências”, ressalta Larissa. 

A estudante também destaca o apoio institucional à participação em congressos e atividades científicas. “Esse incentivo cria oportunidades para que os alunos desenvolvam projetos, apresentem trabalhos e ampliem sua vivência científica durante a graduação”. 

Ela também ressalta a importância dos congressos para a trajetória acadêmica e profissional. “Participar de eventos científicos possibilita atualização constante do conhecimento, troca de experiências e contato com pesquisadores e profissionais de diferentes áreas. Essas vivências ampliam a formação acadêmica e contribuem para a construção de uma trajetória profissional mais sólida”, completa Larissa. 

Inverno aumenta risco de doenças respiratórias

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Professor de Medicina do UNICEPLAC explica por que gripes, pneumonias, crises alérgicas e doenças pulmonares se tornam mais frequentes durante os meses mais frios Com a chegada do inverno e a queda das temperaturas, aumenta também a preocupação com as doenças respiratórias. Dados da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) indicam que a circulação de vírus respiratórios...

Professor de Medicina do UNICEPLAC explica por que gripes, pneumonias, crises alérgicas e doenças pulmonares se tornam mais frequentes durante os meses mais frios

Com a chegada do inverno e a queda das temperaturas, aumenta também a preocupação com as doenças respiratórias. Dados da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) indicam que a circulação de vírus respiratórios se intensifica nos meses mais frios, elevando os casos de gripe, resfriado, COVID-19, pneumonias e outras infecções das vias aéreas.

Além das doenças infecciosas, esse período também costuma agravar condições respiratórias crônicas, como a asma, especialmente em crianças, e a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), que afeta principalmente idosos e pessoas com problemas de saúde preexistentes.

De acordo com o pneumologista Dr. Ubirajara José Picanço, professor do curso de Medicina do Centro Universitário UNICEPLAC, diversos fatores contribuem para esse aumento de casos durante o inverno.

“Durante os meses mais frios, as pessoas permanecem por mais tempo em ambientes fechados e pouco
ventilados, o que favorece a transmissão de vírus e bactérias. Além disso, o ar frio e seco resseca as vias respiratórias e reduz os mecanismos naturais de defesa do organismo”, explica.

Segundo o especialista, entre as doenças que mais aumentam nessa época do ano estão a influenza (gripe), o resfriado comum, a COVID-19, a pneumonia, a bronquiolite em crianças e as crises de asma e DPOC.

Grupos mais vulneráveis exigem atenção redobrada

Crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas estão entre os grupos mais suscetíveis às complicações respiratórias durante o inverno. Para esses públicos, o professor recomenda cuidados especiais, como manter a vacinação atualizada, evitar contato com pessoas doentes, higienizar frequentemente as mãos, manter os ambientes ventilados e seguir corretamente os tratamentos prescritos para doenças já existentes.

“Também é fundamental procurar atendimento médico diante de sintomas persistentes ou quando houver agravamento do quadro clínico”, alerta.

Hábitos simples ajudam na prevenção

Apesar do aumento da circulação de vírus respiratórios, algumas medidas simples podem reduzir significativamente o risco de adoecimento. Entre as recomendações do pneumologista estão lavar as mãos frequentemente, evitar tocar olhos, nariz e boca sem higienização, manter ambientes limpos e ventilados, beber bastante água, manter uma alimentação equilibrada e garantir boas horas de sono.

O uso de máscaras também pode ser uma estratégia importante para pessoas com sintomas respiratórios, especialmente em locais fechados ou com grande circulação de pessoas.

Vacinação continua sendo a principal forma de proteção

Para o especialista, a vacinação segue como uma das medidas mais eficazes para prevenir formas graves das doenças respiratórias. “A vacina contra a gripe reduz o risco de infecção, complicações, internações e óbitos, especialmente entre crianças, idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas”, destaca o
Dr. Ubirajara.

Além da vacina contra a influenza, o médico reforça a importância da imunização contra a COVID-19 e da vacina pneumocócica, indicada para idosos e grupos de risco. Ele também recomenda que crianças mantenham a caderneta vacinal atualizada.

Quando procurar atendimento médico?

Embora muitos quadros respiratórios sejam leves e autolimitados, alguns sinais indicam a necessidade de avaliação médica imediata. Entre eles estão falta de ar, dificuldade para respirar, febre alta persistente, dor no peito, lábios arroxeados, sonolência excessiva, desmaios, tosse com sangue e agravamento de doenças como asma e DPOC.

Nas crianças, sinais como respiração acelerada, dificuldade para mamar ou se alimentar e retrações entre as costelas durante a respiração também merecem atenção. “Diante desses sintomas, a busca por atendimento médico não deve ser adiada, pois a avaliação precoce pode evitar complicações e garantir um tratamento mais eficaz”, conclui o professor do curso de Medicina do UNICEPLAC.

UNICEPLAC participa do Projeto Rondon 2026 e levará ações de saúde, educação e cidadania ao Pará

Editoria: Medicina

Iniciativa do Ministério da Defesa reúne universitários de todo o país em ações sociais em comunidades isoladas O Centro Universitário UNICEPLAC participa do Projeto Rondon 2026, iniciativa promovida pelo Ministério da Defesa que leva ações de desenvolvimento social, cidadania e educação a comunidades em situação de vulnerabilidade em diferentes regiões do país. Nesta edição, apenas...

Iniciativa do Ministério da Defesa reúne universitários de todo o país em ações sociais em comunidades isoladas

O Centro Universitário UNICEPLAC participa do Projeto Rondon 2026, iniciativa promovida pelo Ministério da Defesa que leva ações de desenvolvimento social, cidadania e educação a comunidades em situação de vulnerabilidade em diferentes regiões do país. Nesta edição, apenas o Centro Universitário UNICEPLAC e a Universidade de Brasília (UnB) representam o Distrito Federal no projeto.

A Operação Carimbó, que marca a centésima edição do Projeto Rondon, será realizada entre os dias 6 e 25 de julho, em 18 municípios do Pará. A iniciativa conta com o apoio das Forças Armadas (Marinha, Exército e Aeronáutica) e busca promover o desenvolvimento sustentável, fortalecer a cidadania e proporcionar aos universitários contato direto com diferentes realidades sociais do Brasil.

Durante as operações, as universidades são divididas em dois grupos temáticos. Cada instituição desenvolve atividades socioeducativas voltadas às demandas identificadas nos municípios atendidos. Após um diagnóstico local, os rondonistas promovem oficinas, palestras e capacitações gratuitas para moradores, gestores públicos e lideranças comunitárias.

Integrantes do grupo A, o UNICEPLAC e a UnB irão desenvolver ações nas áreas de cultura, educação e saúde. Já as instituições do grupo B atuarão com temas ligados ao meio ambiente, comunicação, tecnologia, produção e trabalho.

A professora do curso de Medicina do UNICEPLAC, Dra. Renata Avancini, será responsável por coordenar oito estudantes na missão Carimbó, no município de Ipixuna do Pará (PA). Segundo ela, a participação no projeto representa uma experiência transformadora para os alunos.

“Estamos muito felizes por representar nossa instituição e nossa região em um projeto tão importante. Essa iniciativa busca capacitar comunidades e promover cidadania, algo que está totalmente alinhado à formação humanizada que acreditamos ser essencial para os futuros profissionais da saúde”, destaca a Dra. Renata.

O grupo coordenado pela professora irá promover oficinas de primeiros socorros, orientações sobre alimentação saudável e prevenção de doenças, além de palestras educativas e atividades culturais voltadas à comunidade.

“Vamos realizar capacitações para gestores e profissionais de escolas públicas sobre primeiros socorros, além de treinamentos solicitados pela própria comunidade sobre cuidados com os alimentos e prevenção de parasitoses. Também abordaremos, com muito cuidado e responsabilidade, temas como proteção de crianças e adolescentes e enfrentamento à violência contra a mulher”, explica a Dra. Renata.

Estudante no curso de Medicina do UNICEPLAC, Silvia Raquel também embarca para o Pará. “O Rondon é um projeto universitário muito grande que eu sempre tive vontade de participar. Sempre fiquei muito emocionada quando pesquisava sobre o projeto, e acho que vai ser incrível. Será uma troca de experiência, vamos levar conhecimento por meio de oficinas e produzir um efeito multiplicador”, afirma.

Ela conta que a mãe dela foi assistida pelo projeto na década de 1970, quando tinha 10 anos, e diz que a mãe participou de dinâmicas sobre história do Brasil. “À época, o Rondon foi ao Piauí, e ela me contou que foi assistida pelos rondonistas. Apesar de ela ser criança, foi uma memória que marcou. Ela lembra das comidas, lembra do que foi falado. Foi uma experiência tão emocionante que até hoje ela lembra com carinho”.

Sobre o projeto

Criado em 1967, o Projeto Rondon surgiu a partir da chamada “Operação Zero”, quando universitários e professores, acompanhados por militares do então Estado da Guanabara, viajaram para Rondônia para desenvolver ações de assistência médica e apoio social. Após ser descontinuado em 1989, o projeto foi retomado em 2005, com foco em desenvolvimento sustentável, inclusão social e formação cidadã dos estudantes universitários.

Recém-formado no curso de Medicina do UNICEPLAC é aprovado em nove residências

Editoria: Medicina

Egresso conquista vagas em instituições de referência no Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia e Distrito Federal, com três primeiros lugares em Ortopedia e Traumatologia Recém-formado no curso de Medicina do Centro Universitário UNICEPLAC, Alexandre Eustáquio de Almeida Rezende Filho, 22 anos, celebra uma grande conquista: foi aprovado em nove residências médicas em Ortopedia e...

Egresso conquista vagas em instituições de referência no Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia e Distrito Federal, com três primeiros lugares em Ortopedia e Traumatologia

Recém-formado no curso de Medicina do Centro Universitário UNICEPLAC, Alexandre Eustáquio de Almeida Rezende Filho, 22 anos, celebra uma grande conquista: foi aprovado em nove residências médicas em Ortopedia e Traumatologia, sendo três delas em primeiro lugar.

No Rio de Janeiro, foi aprovado no Hospital Municipal Miguel Couto via Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed); Hospital Naval Marcílio Dias; Hospital Estadual Getúlio Vargas; Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (INTO); e Hospital Universitário Pedro Ernesto, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Também conquistou aprovação em São Paulo, na Santa Casa de Misericórdia e no Conjunto Hospitalar do Mandaqui; no SUS Bahia; e no Hospital Regional de Sobradinho, em Brasília-DF.

“Medicina sempre esteve presente nos meus planos desde muito jovem. Minha história pessoal e as experiências ao longo da vida escolar despertaram em mim a convicção de que essa seria minha vocação. A influência familiar também teve papel decisivo. Crescer vendo a dedicação de meus familiares em transformar a realidade da saúde pública brasileira me inspirou a seguir essa mesma missão, com o mesmo propósito e responsabilidade. Ao ingressar na faculdade, tive a certeza de que havia feito a escolha certa. O contato com a ampla gama de especialidades reforçou minha decisão e me permitiu encontrar a área que mais se alinha às minhas expectativas, interesses e projeto de vida”, destaca Alexandre.

A decisão pela Ortopedia surgiu no início do internato, após vivenciar diferentes especialidades. “Durante esse período, o contato com os residentes no nosso hospital escola, o Hospital Regional do Gama, e a experiência na rotina da enfermaria, do pronto-socorro e do centro cirúrgico foram determinantes para confirmar minha escolha. A Ortopedia me atraiu por ser uma especialidade de alta demanda e grande resolutividade. A possibilidade de intervir de forma objetiva, tratar lesões do aparelho locomotor e acompanhar a recuperação funcional do paciente, permitindo devolver qualidade de vida e autonomia, é algo extremamente gratificante”.

Preparação

Para alcançar o resultado, foram dois anos de intensa dedicação. Conciliar a rotina do internato com a preparação para as provas exigiu disciplina, organização e constância, com planejamento estruturado, metas bem definidas e revisões periódicas dos conteúdos. “Ter colegas unidos pelo mesmo objetivo foi essencial. Montamos um grupo de estudos para compartilhar conteúdos, discutir casos e manter a motivação ao longo do processo. Crescemos juntos e, ao final, colhemos os resultados dessa parceria com as nossas aprovações”.

Segundo Alexandre, a estratégia de estudo foi determinante para o desempenho nas seleções. “A resolução exaustiva de questões e a realização de provas anteriores das principais bancas foram decisivas, pois permitiram identificar padrões e direcionar melhor o estudo, alinhadas a uma metodologia estruturada e a um cronograma organizado. O caminho é longo e desafiador, mas ver seu nome na lista de aprovados na residência que você sonhou faz cada esforço valer a pena”, afirma.

Trajetória no UNICEPLAC

Imagem do egresso do curso de Medicina do UNICEPLAC, Alexandre Eustáquio
Alexandre Eustáquio, egresso de Medicina do UNICEPLAC, foi aprovado em nove residências médicas em Ortopedia e Traumatologia

Alexandre destaca que a formação no UNICEPLAC foi determinante para sua aprovação. “O UNICEPLAC foi fundamental na minha trajetória. A presença de um corpo docente qualificado me garantiu uma base teórica sólida desde o início do curso, sempre aliando conhecimento científico à prática clínica. A estrutura da universidade também fez diferença, especialmente os laboratórios de simulação, que permitiram o desenvolvimento de habilidades médicas, e os diversos cenários de internato ampliaram a minha experiência prática. Outro aspecto foram avaliações, essenciais para treinar raciocínio clínico, postura e segurança durante a abordagem de um caso clínico”, compartilha Alexandre.

Ele também avalia positivamente o modelo pedagógico adotado pela instituição. “A metodologia do UNICEPLAC é completa e alinhada às exigências atuais da Medicina. O uso de metodologias ativas, como o PBL, estimulou autonomia, conhecimento, raciocínio clínico e tomada de decisão: habilidades essenciais para a residência médica. Os laboratórios de simulação garantiram prática supervisionada em ambiente controlado, e as atividades extracurriculares também foram decisivas. As monitorias fortaleceram meu aprendizado e permitiram troca de conhecimento, e a participação no Centro Acadêmico desenvolveu liderança e responsabilidade”.

Entre os diferenciais da instituição, ele ressalta o compromisso com a formação integral do aluno. “Destaco também uma reitoria e coordenação do curso abertas ao diálogo e à escuta ativa das demandas estudantis, o que fortalece o ambiente acadêmico. Além disso, os ambulatórios oferecem uma ampla gama de especialidades, ampliando nossa vivência prática e permitindo maior proximidade com diferentes áreas da Medicina e seus respectivos perfis de pacientes”.

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V Congresso de Medicina do UNICEPLAC debate inteligência artificial

Editoria: Medicina

Evento realizado no CFM reuniu especialistas, professores e estudantes para discutir tecnologia, ética e o futuro da saúde

Evento realizado no CFM reuniu especialistas, professores e estudantes para discutir tecnologia, ética e o futuro da saúde

O Centro Universitário UNICEPLAC realizou o V Congresso de Medicina, que neste ano teve como tema a Inteligência Artificial. A abertura ocorreu na sede do Conselho Federal de Medicina (CFM), em Brasília, e contou com a presença de autoridades, professores, médicos, pesquisadores, estudantes e convidados.

Durante a cerimônia de abertura, o presidente do CFM, José Hiran da Silva Gallo, ressaltou a importância de iniciativas que promovem o diálogo entre ciência, tecnologia e humanização. “Não podemos deixar de conversar sobre pautas prioritárias da medicina com nossos professores e futuros médicos. A medicina, antes de ser técnica, é sabedoria, escuta, presença e o exercício de transformar conhecimento em cuidado. A evolução tecnológica deve servir à humanidade, garantindo o bem-estar e a segurança dos pacientes”, afirmou.

A reitora do UNICEPLAC, professora Dra. Kelly Pereira, destacou a importância de formar médicos preparados para os desafios do futuro. “É com imensa alegria que celebramos o V Congresso de Medicina do UNICEPLAC. A cada edição, reafirmamos nosso compromisso com a excelência, a inovação e, sobretudo, com a formação humana e ética dos nossos futuros profissionais. Falar de inteligência artificial na medicina é pensar o presente com olhar voltado para o futuro, mas com responsabilidade. O UNICEPLAC se orgulha de promover esse diálogo, preparando médicos capazes de unir raciocínio clínico, pensamento crítico, domínio técnico e ética”, destacou a reitora.

A presidente do congresso e professora do curso de Medicina, Dra. Glória Maria Andrade, reforçou que o evento proporcionou uma reflexão sobre o uso da inteligência artificial sob diferentes perspectivas. “Tivemos a oportunidade de discutir o uso da inteligência artificial na medicina sob diversas abordagens, com o propósito de atualizar conhecimentos, compartilhar experiências e integrar boas práticas, sempre pautadas pela ética e pela responsabilidade médica”, afirmou.

Inteligência artificial e o futuro da medicina

A inteligência artificial está cada vez mais presente nas decisões clínicas, diagnósticos, pesquisas e na gestão em saúde. Entre os principais benefícios, destacam-se o aprimoramento da análise de imagens, o avanço das cirurgias robóticas e o apoio ao diagnóstico e à educação dos pacientes.

O coordenador do curso de Medicina do UNICEPLAC, Dr. Marco Antônio Alves Cunha, ressaltou que, mesmo com avanços tecnológicos, o foco da profissão continua sendo o paciente. “O nome do congresso é Medicina e Inteligência Artificial. Medicina vem primeiro porque o nosso paciente está sempre em primeiro lugar. A tecnologia deve nos guiar, mas com ética, regulamentação e propósito. É uma honra contar com o apoio de instituições como o CFM, que reconhecem a importância desse debate e abrem as portas para a academia”, destacou.

Formação científica e experiência prática

Além de promover debates sobre inovação tecnológica e os rumos da prática médica, o congresso também se consolida como um espaço de formação e aprendizado. “O evento tem uma finalidade pedagógica relevante: proporcionar aos alunos a experiência de participar de um congresso científico de grande porte. Eles aprendem a organizar, apresentar trabalhos e compreender a estrutura de um evento acadêmico, fortalecendo sua formação profissional”, explicou o professor Dr. Marco Antônio.

Entre os participantes, o sentimento foi de aprendizado. A estudante Bruna Pretto, do 1º semestre de Medicina, vivenciou sua primeira experiência em um congresso científico. “É fundamental para a carreira participar de eventos assim. Tive a oportunidade de aprender com profissionais renomados e ampliar meus conhecimentos”, afirmou.

A aluna Giovanna Braga, do 2º semestre, destacou a importância do networking. “Essas experiências enriquecem o currículo e fortalecem nossa formação. Tivemos a oportunidade de discutir temas importantes com profissionais de destaque”, contou.

O estudante Rafael Silveira, 8º semestre, apresentou um trabalho científico ao lado da colega Juliana Cristovão, do 9º semestre, sobre hemorragia subaracnoidea aneurismática. “Participar do congresso é uma experiência única. Crescemos profissionalmente, ampliamos nossa visão sobre a prática médica e fortalecemos nosso vínculo com a pesquisa”, afirmou Rafael. “Nosso estudo buscou compreender melhor o diagnóstico e o tratamento dessa condição, além de incentivar o desenvolvimento científico dentro da faculdade”, completou Juliana.

A estudante Nayla Vieira, do 7º semestre, apresentou a pesquisa “Análise epidemiológica entre gêneros dos trabalhadores do DF e desfechos de acidentes de trabalho”. “Antes, fazer uma análise epidemiológica era algo muito complexo. Hoje, com as ferramentas de IA, é possível aplicar estatísticas e gerar resultados com mais agilidade. Discutir essas novas possibilidades é essencial para o futuro da medicina”, concluiu Nayla.

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