O projeto cuidar brincante está na segunda fase do desafio universitário Nosso projeto que está participando do desafio é o “Cuidar Brincante”, cujo objetivo é promover assistência e acompanhamento multifamiliar, sistêmico e inclusivo, por meio de programas interdisciplinares e oficinas com métodos inovadores e pré-existentes relacionados à música, arte e dança, como musicalização, arteterapia, contação...
O projeto cuidar brincante está na segunda fase do desafio universitário
Nosso projeto que está participando do desafio é o “Cuidar Brincante”, cujo objetivo é promover assistência e acompanhamento multifamiliar, sistêmico e inclusivo, por meio de programas interdisciplinares e oficinas com métodos inovadores e pré-existentes relacionados à música, arte e dança, como musicalização, arteterapia, contação de histórias, dançaterapia e psicoterapias.
A iniciativa CuidarBrincante é uma proposta interdisciplinar que envolve três dos nossos cursos, Pedagogia, Psicologia, Educação Física. O foco é a potencialização das múltiplas aprendizagens das crianças, por meio de intervenções lúdicas que possibilitam a interação com pares, com diferentes objetos e com cuidadores. Mediados por docentes e futuros profissionais dessas áreas que promoverão novas experiências nas relações sociais, psicomotoras e afetivas das crianças. Assim, o trabalho conjunto da equipe terá diferentes olhares da criança, para saúde e educação, sob os aspectos do desenvolvimento cognitivo, psicossocial, emocional e físico. As propostas serão delineadas a partir do levantamento das necessidades iniciais dos grupos, para direcionar estratégias de ação continuada com o enriquecimento de estímulos no cotidiano, bem como na busca de soluções para se ampliar os cuidados, de forma lúdica e educativa com as crianças, e educativa e preventiva com as gestantes. O público alvo do projeto CuidarBrincante são gestantes de alto a baixo risco e crianças de 0 a 3 anos de famílias de baixa renda, moradores da região do Gama/DF, onde a IES se encontra.
Médico e psicóloga alertam para efeitos negativos da falta de convivência entre estudantes no ambiente escolar O período de quarentena e o decorrente ensino a distância impostos aos jovens estudantes têm lhes proporcionado constantes desafios psicológicos. Estresse, ansiedade e depressão são doenças que muitos deles talvez precisem enfrentar neste momento. Nesse sentido, o adequado suporte...
Médico e psicóloga alertam para efeitos negativos da falta de convivência entre estudantes no ambiente escolar
O período de quarentena e o decorrente ensino a distância impostos aos jovens estudantes têm lhes proporcionado constantes desafios psicológicos. Estresse, ansiedade e depressão são doenças que muitos deles talvez precisem enfrentar neste momento. Nesse sentido, o adequado suporte psicológico pode ser uma ferramenta de muita ajuda.
O rompimento abrupto da rotina causa um desconforto natural tanto em adultos quanto em crianças. As incertezas sobre o futuro acabam refletindo no comportamento das crianças, deixando-as inseguras, irritadas e agitadas. A professora do Uniceplac e psicóloga, Kellen Lima, explica que “o estabelecimento de uma rotina ameniza o impacto do isolamento, mas não substitui a importância do contato social para o desenvolvimento das crianças”.
Para a especialista, o contato social está relacionado também ao ensino de regras de convívio e respeito aos pares, resolução de conflitos, trabalho em grupo e aumento de repertório comunicativo. “Quanto maior o tempo de isolamento, mais o choro, os pedidos para sair e as falas de saudades acabam se tornando uma constante. Alguns casos vão exigir orientação profissional no manejo parental acerca de sinais e sintomas de depressão, por exemplo”.
Segundo o médico e Ceo do Programa EuSaúde Educação, Ricardo Cabral, “o ambiente escolar é muito mais do que aprender o conteúdo, tem a prática de atividades físicas e a interação social com os colegas”. E acrescenta que durante esse período de suspensão das aulas presenciais é natural uma diminuição da curva de aprendizagem: “é plausível esperar que com menos estímulo haja menor resposta cognitiva. Estudos mostram ainda o aumento da irritabilidade, depressão, dificuldades de sociabilidade e até mesmo mudanças de apetite”
Uma outra preocupação crescente durante o isolamento é o aumento do uso de eletrônicos. “Com os pais em home office, e com as tarefas acumuladas, muitos deles acabam recorrendo ao uso de eletrônicos como forma de propiciar lazer aos filhos. Mas, o uso exagerado desses aparelhos acaba entrando na rotina e ocupando muitas horas do dia das crianças, tornando-as cada vez mais isoladas e irritadas. Os pais acabam preferindo que os filhos tenham acesso a esse tipo de recurso do que ficarem irritados e agitados em casa. Vira um ciclo vicioso”, complementa Kellen.
Os efeitos psicológicos devem ser considerados no momento da volta as aulas, já que parte das crianças e adolescentes estarão fragilizados, sofrendo com estresse ou outros problemas psicológicos. Uma das opções do programa EuSaúde Educação é oferecer aos estudantes que apresentam sintomas agudos um atendimento de telemedicina e telepsicologia. Muitas vezes, a telepsicologia pode ser feita em grupo, para que eles possam conversar, socializar e compartilhar sua situação atual, além de consultas individuais.
Recentemente, a OMS, o Unicef e a Unesco recomendaram aos governos que coloquem a abertura de escolas como prioridade. De acordo com as entidades, não existem evidências suficientes para declarar que a reabertura de escolas seriam as responsáveis pelo agravamento da transmissão da covid-19 em uma comunidade, desde que as medidas de proteção e de saúde fossem adotadas.
As recomendações são parte do novo guia publicado na última segunda-feira,14, pela OMS, Unesco e pela Unicef sobre a retomada das aulas e o papel do sistema de ensino em meio a uma pandemia. Essa é a primeira vez desde maio que a OMS atualiza suas orientações. O manual determina critérios e medidas com base na faixa-etária das crianças.
Opções de privacidade
Clicando em "Aceito todos os Cookies", você concorda com o armazenamento de cookies no seu dispositivo para melhorar a experiência e navegação no site.
Decida quais os cookies que deseja permitir. O utilizador pode alterar estas configurações em qualquer momento. No entanto, por vezes pode obter visualizações ou resultados indisponíveis. Para obter informações sobre como excluir os cookies, consulte a função de ajuda do seu navegador.
Cookies Necessários
Estes cookies são aqueles necessários para o site funcionar e não podem ser desligados em nossos sistemas. Eles geralmente são definidos apenas em resposta às ações feitas por você, como por exemplo, definir suas preferências de privacidade, fazer login ou preencher formulários. Caso queira, pode configurar seu navegador para bloqueá-lo ou alertá-lo sobre esses cookies, mas algumas partes do site podem não funcionar de forma adequada.
Cookies Analíticos
Os cookies analíticos fornecem informações sobre como este site está sendo usado para que possamos melhorar a experiência do usuário. Os dados capturados são agregados e anonimizados.
Cookies de Marketing
Os cookies de marketing fornecem informações sobre a interação do usuário com o conteúdo do nosso site, ajudando-nos a entender melhor a eficácia do nosso conteúdo de e-mail e website.