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	<title>Psicologia Archives - UNICEPLAC</title>
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		<title>Curso de Psicologia do UNICEPLAC celebra 10 anos</title>
		<link>https://www.uniceplac.edu.br/noticia/curso-de-psicologia-do-uniceplac-celebra-10-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Conteúdo Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 12:30:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Coordenador Wladimir Rodrigues fala sobre formação, mercado de trabalho e os impactos da inteligência artificial na área Em 10 anos, a forma como a sociedade fala sobre saúde mental mudou. Temas como ansiedade, neurodivergência e autocuidado ganharam espaço, enquanto novas tecnologias e transformações sociais ampliaram as possibilidades de atuação dos psicólogos. Nesse cenário, o curso...</p>
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<p><strong><em>Coordenador Wladimir Rodrigues fala sobre formação, mercado de trabalho e os impactos da inteligência artificial na área</em></strong></p>



<p>Em 10 anos, a forma como a sociedade fala sobre saúde mental mudou. Temas como ansiedade, neurodivergência e autocuidado ganharam espaço, enquanto novas tecnologias e transformações sociais ampliaram as possibilidades de atuação dos psicólogos. </p>



<p>Nesse cenário, o curso de Psicologia do Centro Universitário UNICEPLAC celebra 10 anos. Com nota máxima no MEC, a graduação se destaca pela formação prática e pela atuação junto à comunidade. Atualmente, 90% dos egressos trabalham na área. O curso também reúne estágios, pesquisa, extensão e projetos sociais, além de oferecer atendimentos psicológicos gratuitos à população. </p>



<p>Para o coordenador, professor Wladimir Rodrigues, o aniversário marca uma trajetória de crescimento e renovação. Nesta entrevista, ele fala sobre a formação dos novos profissionais, o mercado de trabalho e o futuro da Psicologia. </p>



<h2 class="wp-block-heading has-regular-font-size" id="h-o-curso-completa-10-anos-o-que-mais-mudou-nesse-periodo"><strong>O curso completa 10 anos. O que mais mudou nesse período? </strong></h2>



<p>Completar uma década é reconhecer que temos história para saber quem somos e, ao mesmo tempo, maturidade para continuar mudando. Ao longo desse período, aproximamos teoria e prática, fortalecemos estágios, pesquisa e extensão e ampliamos a presença dos estudantes em diferentes contextos de atuação. Também estamos vivendo um novo ciclo de transformação curricular, com uma formação cada vez mais voltada para competências: o que o estudante precisa saber, fazer e decidir diante de uma situação profissional real. </p>



<h2 class="wp-block-heading has-regular-font-size" id="h-quais-sao-hoje-os-principais-diferenciais-do-curso-no-uniceplac"><strong>Quais são hoje os principais diferenciais do curso no UNICEPLAC? </strong></h2>



<p>Nosso compromisso é formar o estudante não apenas para conhecer teorias, mas para pensar como psicólogo. A realidade profissional é complexa e envolve fatores subjetivos, familiares, sociais, culturais e institucionais. A prática tem um papel importante nesse processo. Os estudantes são progressivamente aproximados de situações concretas, com supervisão, e têm contato com professores que aliam formação acadêmica e experiência profissional. Pesquisa, extensão, estágios e projetos voltados à comunidade também permitem aplicar o conhecimento e compreender diferentes realidades sociais. </p>



<h2 class="wp-block-heading has-regular-font-size" id="h-o-perfil-de-quem-escolhe-uma-carreira-na-psicologia-mudou"><strong>O perfil de quem escolhe uma carreira na Psicologia mudou? </strong></h2>



<p>Mudou bastante. O estudante chega muito mais familiarizado com a linguagem da Psicologia. Termos como ansiedade, depressão, trauma, neurodivergência e saúde mental circulam diariamente nas redes sociais. Isso mostra uma sociedade mais aberta ao tema, mas também traz um desafio. Muitas vezes, o aluno chega com conceitos aprendidos em vídeos de poucos segundos e precisa compreender que a Psicologia científica é muito mais complexa. Também cresceram os interesses por áreas como neurodivergência, diversidade humana, saúde mental no trabalho, neuropsicologia e tecnologias. </p>



<h2 class="wp-block-heading has-regular-font-size" id="h-a-maior-preocupacao-com-a-saude-mental-ampliou-o-mercado-para-os-psicologos"><strong>A maior preocupação com a saúde mental ampliou o mercado para os psicólogos? </strong></h2>



<p>A mudança foi estrutural. Falar de sofrimento psicológico deixou de ser tabu para uma parcela maior da sociedade, e a psicoterapia passou a ser vista também como possibilidade de cuidado, prevenção e desenvolvimento. Mas popularização não significa necessariamente qualificação. Ao mesmo tempo em que falamos mais sobre saúde mental, convivemos com autodiagnósticos e conteúdos sem rigor científico. Quanto maior a procura pela Psicologia, maior é a responsabilidade do profissional. </p>



<h2 class="wp-block-heading has-regular-font-size" id="h-alem-da-clinica-onde-estao-as-oportunidades"><strong>Além da clínica, onde estão as oportunidades? </strong></h2>



<p>A clínica ainda ocupa um lugar forte no imaginário de quem entra na graduação, mas a Psicologia é muito ampla. Há oportunidades nas áreas Organizacional e do Trabalho, Escolar e Educacional, Hospitalar e da Saúde, Jurídica, Neuropsicologia, Avaliação Psicológica, Esporte, Trânsito, políticas públicas e assistência social. O envelhecimento da população também deve ampliar a demanda por profissionais preparados para atuar com cognição, autonomia, vínculos familiares, luto e cuidados paliativos. Onde existem pessoas, relações, sofrimento ou desenvolvimento, há espaço para a contribuição da Psicologia. </p>



<h2 class="wp-block-heading has-regular-font-size" id="h-como-a-inteligencia-artificial-pode-transformar-a-profissao"><strong>Como a inteligência artificial pode transformar a profissão? </strong></h2>



<p>Esse tema já faz parte da nossa formação. Temos uma disciplina específica de Psicologia e Inteligência Artificial porque os estudantes encontrarão essas ferramentas no cotidiano profissional. A IA pode contribuir para pesquisa, organização de informações, análise de dados e outras atividades. Mas há uma diferença essencial: processar informações sobre uma pessoa não é o mesmo que compreender uma pessoa. A tecnologia deve apoiar o trabalho do psicólogo, sem ocupar o lugar da relação e da presença humana. </p>



<h2 class="wp-block-heading has-regular-font-size" id="h-como-voce-imagina-a-psicologia-daqui-a-dez-anos"><strong>Como você imagina a Psicologia daqui a dez anos? </strong></h2>



<p>Imagino uma Psicologia ainda mais interdisciplinar e conectada às transformações sociais e tecnológicas. O envelhecimento da população, as mudanças nas relações de trabalho, a inteligência artificial, a proteção de dados e os impactos do ambiente digital estarão cada vez mais presentes na profissão. Por isso, a formação científica, crítica e ética será ainda mais importante. Quanto mais tecnológica se tornar a sociedade, mais precisaremos compreender aquilo que permanece essencialmente humano. Essa continuará sendo uma das grandes tarefas da Psicologia.</p>



<p></p>
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		<title>Evento celebra 10 anos do curso de Psicologia do UNICEPLAC</title>
		<link>https://www.uniceplac.edu.br/noticia/evento-celebra-10-anos-do-curso-de-psicologia-do-uniceplac/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Conteúdo Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 20:01:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Programação reuniu professores, estudantes e convidados para discutir a trajetória da graduação, mercado de trabalho e as transformações da Psicologia Professores, estudantes e convidados se reuniram para celebrar os 10 anos do curso de Psicologia do UNICEPLAC e debater os desafios e as transformações da profissão. Realizado nos dias 26 e 27 de agosto, no...</p>
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<p><strong><em>Programação reuniu professores, estudantes e convidados para discutir a trajetória da graduação, mercado de trabalho e as transformações da Psicologia</em></strong></p>



<p>Professores, estudantes e convidados se reuniram para celebrar os 10 anos do curso de Psicologia do UNICEPLAC e debater os desafios e as transformações da profissão. Realizado nos dias 26 e 27 de agosto, no auditório da instituição, o evento contou com palestras, debates e homenagens a profissionais que contribuíram para a história da graduação. </p>



<p>A programação abordou diferentes perspectivas da Psicologia. A professora Flávia Oliveira e o professor Dr. Rafael Moore discutiram a luta antimanicomial; o Dr. Guilherme Faria falou sobre as contribuições da Psicologia brasileira; e Gregorio di Sordi, doutor em Psicologia Clínica e Cultura e autor do livro A tristeza é a saída da depressão, abordou questões relacionadas à saúde mental. Karoline Giló, mestre em Psicologia Clínica, tratou da Psicologia do Dinheiro e da relação entre comportamento e decisões financeiras. </p>



<p>A celebração também homenageou coordenadores e professores que participaram da construção do curso ao longo da última década. </p>



<p>“Celebrar os 10 anos da Psicologia é um momento muito importante para o UNICEPLAC. O curso trouxe para a instituição a força da escuta, do diálogo e do cuidado com as relações humanas. É uma formação construída com compromisso, acolhimento e respeito ao outro, que ocupa hoje um lugar de destaque na instituição e na nossa relação com a comunidade”, afirma a professora Kelly Pereira, reitora do UNICEPLAC. </p>



<p>Para o coordenador do curso, Wladimir Rodrigues, a década também representa o amadurecimento da formação. “É olhar para uma história que construímos aproximando teoria e prática, fortalecendo os estágios, a pesquisa, a extensão e a presença dos estudantes em diferentes contextos de atuação. Ao mesmo tempo, é olhar para o futuro e continuar transformando a formação para acompanhar as mudanças da profissão e da sociedade”, afirma. </p>



<h2 class="wp-block-heading has-regular-font-size" id="h-da-sala-de-aula-para-a-comunidade"><strong>Da sala de aula para a comunidade </strong></h2>



<p>Com nota máxima no MEC, o curso de Psicologia do UNICEPLAC tem na formação prática um de seus destaques: 90% dos egressos estão trabalhando na área, em diferentes campos de atuação. A graduação também mantém serviços gratuitos à comunidade, com atendimentos como psicoterapia individual e infantil, psicodiagnóstico e atividades em grupo. </p>



<p>Para Isa Maria Santos, estudante do 8º semestre, essas experiências ajudam a compreender o papel social da profissão. Atualmente, ela realiza estágio na Promotoria de Justiça do Gama, onde acompanha o atendimento a vítimas de violência doméstica, e se prepara para participar de um projeto no sistema prisional do Distrito Federal. “A instituição nos incentiva a participar de projetos sociais e colocar a teoria em prática. São experiências em que aprendemos a acolher, ouvir e lidar com situações reais, inclusive com pessoas que muitas vezes têm pouco acesso a esses serviços”, conta. </p>



<p>As experiências também apresentam aos estudantes possibilidades profissionais que vão além da clínica, com atuação em organizações, escolas, hospitais, sistema de Justiça, políticas públicas, assistência social, neuropsicologia, avaliação psicológica e outras áreas. </p>



<p>Também no 8º semestre, Kallyne Marçal destaca o corpo docente e as oportunidades de vivenciar a profissão durante a graduação. “É uma carreira que está crescendo e abrindo novas possibilidades. Destaco muito os professores da instuição e vejo uma Psicologia cada vez mais próxima das pessoas e conectada às novas tecnologias”, afirma.</p>
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		<title>Alunos do UNICEPLAC participam de dia de integração no Instituto Proeza</title>
		<link>https://www.uniceplac.edu.br/noticia/alunos-do-uniceplac-participam-de-dia-de-integracao-no-instituto-proeza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Conteúdo Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 20:38:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Estudantes de cinco cursos participaram de atividades e momentos de convivência com as crianças atendidas pela instituição no Recanto das Emas Alunos dos cursos de Odontologia, Psicologia, Pedagogia, Fisioterapia e Medicina do UNICEPLAC visitaram, no dia 20 de agosto, o Instituto Proeza, no Recanto das Emas. Durante o dia, os estudantes participaram de atividades e...</p>
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<p><strong><em>Estudantes de cinco cursos participaram de atividades e momentos de convivência com as crianças atendidas pela instituição no Recanto das Emas</em></strong></p>



<p>Alunos dos cursos de Odontologia, Psicologia, Pedagogia, Fisioterapia e Medicina do UNICEPLAC visitaram, no dia 20 de agosto, o Instituto Proeza, no Recanto das Emas. Durante o dia, os estudantes participaram de atividades e de momentos de convivência com as crianças atendidas pela instituição.  </p>



<p>A presença de estudantes de cinco áreas proporcionou um momento de integração entre os cursos. Ao longo da visita, os alunos puderam compartilhar experiências, interagir com as crianças e vivenciar uma atividade fora do ambiente tradicional de sala de aula. </p>



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</figure>



<p></p>



<p><strong>Formação que também acontece na comunidade</strong> </p>



<p>O contato com diferentes pessoas e contextos faz parte da preparação para profissões em que as relações humanas são um elemento central. Assim, momentos como esse contribuem para que os estudantes desenvolvam habilidades relacionadas à escuta, à convivência, à empatia e à compreensão das particularidades de cada realidade. </p>



<p>A atividade também mostrou como diferentes áreas do conhecimento podem estar presentes em uma mesma experiência. Apesar das particularidades de cada formação, estudantes de Odontologia, Psicologia, Pedagogia, Fisioterapia e Medicina do UNICEPLAC compartilharam o mesmo espaço e participaram de um dia voltado à convivência e à troca com as crianças. </p>



<p><strong>Sobre o Instituto Proeza</strong> </p>



<p>O <a href="https://www.proeza.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto Pró Educação e Saúde (Proeza)</a> é uma Organização da Sociedade Civil (OSC) que atua no enfrentamento à pobreza e às desigualdades sociais nos territórios do Recanto das Emas e do Riacho Fundo II, no Distrito Federal.</p>



<p>Desde 2003, a instituição desenvolve iniciativas voltadas principalmente a mulheres, crianças e jovens. Entre os objetivos estão o fortalecimento de vínculos, a promoção da autonomia, o acesso à educação e a criação de oportunidades para diferentes públicos. O Proeza também desenvolve projetos relacionados à educação, à qualificação e à recuperação de saberes e memórias, além de ações voltadas à convivência de crianças e adolescentes. </p>



<p>A visita integra as experiências promovidas pelo Centro Universitário UNICEPLAC para aproximar a formação acadêmica da comunidade e proporcionar aos estudantes oportunidades de aprendizado construídas a partir do contato, da escuta e da convivência com diferentes públicos.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Professor de Psicologia do UNICEPLAC tem artigo publicado na revista científica Frontiers in Sociology</title>
		<link>https://www.uniceplac.edu.br/noticia/professor-de-psicologia-do-uniceplac-tem-artigo-publicado-na-revista-cientifica-frontiers-in-sociology/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Conteúdo Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 16:22:00 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.uniceplac.edu.br/?post_type=noticia&#038;p=20681</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pesquisa publicada na revista Frontiers in Sociology analisa os impactos do trabalho doméstico remunerado e não remunerado na saúde física e mental das mulheres O psicanalista Paulo Henrique Roberto, professor do curso de Psicologia do Centro Universitário UNICEPLAC, publicou um artigo na revista científica Frontiers in Sociology, uma das principais publicações internacionais na área das...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>Pesquisa publicada na revista Frontiers in Sociology analisa os impactos do trabalho doméstico remunerado e não remunerado na saúde física e mental das mulheres</em></strong></p>



<p>O psicanalista Paulo Henrique Roberto, professor do curso de Psicologia do Centro Universitário UNICEPLAC, publicou um <a href="https://www.frontiersin.org/journals/sociology/articles/10.3389/fsoc.2026.1767534/full" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo na revista científica Frontiers in Sociology</a>, uma das principais publicações internacionais na área das Ciências Sociais. </p>



<p>Intitulado Reproductive labor, social vulnerability, and female aging: a scoping review, o estudo integra a tese de doutorado desenvolvida pelo pesquisador há três anos no Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília (UnB). A pesquisa investiga o trabalho doméstico remunerado e não remunerado e seus impactos sobre a saúde e as condições de vida das mulheres. </p>



<p>Segundo o professor, o artigo apresenta uma revisão de escopo da literatura nacional e internacional sobre o tema, reunindo evidências produzidas em diferentes países. “Os resultados mostram que o trabalho doméstico, especialmente entre mulheres migrantes, continua sendo um espaço em que desigualdades de gênero, classe e raça são reproduzidas. </p>



<p>A maior parte dos estudos analisados foi realizada na China, em Singapura e nos Estados Unidos, utilizando principalmente metodologias qualitativas ou mistas”, explica o professor Paulo Henrique. A pesquisa identificou que os principais temas abordados pelos estudos incluem os impactos do trabalho doméstico na saúde física e mental das trabalhadoras. Entre os problemas mais recorrentes estão sofrimento psicológico, dores musculoesqueléticas, fadiga, além da exposição à violência simbólica e física. Esses fatores são agravados pela informalidade das relações de trabalho e pela ausência de proteção legal em diversos contextos. </p>



<p>“O estudo evidencia que os corpos e as subjetividades dessas trabalhadoras tornam-se espaços onde se manifestam desigualdades estruturais, refletindo condições de trabalho marcadas por vulnerabilidades sociais”, afirma o pesquisador. </p>



<h2 class="wp-block-heading has-regular-font-size" id="h-reflexos-no-brasil"><strong>Reflexos no Brasil</strong></h2>



<p>Embora parte significativa da literatura analisada tenha sido produzida em outros países, o pesquisador destaca que os resultados dialogam diretamente com a realidade brasileira. “A literatura nacional e internacional demonstra que o trabalho doméstico ainda produz impactos importantes na saúde física e emocional dessas mulheres, pois permanece marcado por relações de subalternização. A precarização e o isolamento tornam essas trabalhadoras mais vulneráveis a diferentes formas de violência presentes no cotidiano. Por isso, ampliar o debate no meio acadêmico é fundamental para fortalecer políticas públicas e dar visibilidade a uma pauta que permanece atual, mesmo após avanços legislativos, como a regulamentação dos direitos das trabalhadoras domésticas”, conclui Paulo Henrique Roberto.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>UNICEPLAC oferece atendimentos gratuitos com foco na terceira idade</title>
		<link>https://www.uniceplac.edu.br/noticia/uniceplac-oferece-atendimentos-gratuitos-com-foco-na-terceira-idade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2025 21:14:48 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.uniceplac.edu.br/?post_type=noticia&#038;p=18594</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entre as iniciativas, os projetos EnvelheSer Ativo e Mente Ativa estão transformando a vida dos moradores do Gama e região</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading has-large-font-size"><em>Entre as iniciativas, os projetos EnvelheSer Ativo e Mente Ativa estão transformando a vida dos moradores do Gama e região</em></h2>



<p>Com o crescimento da expectativa de vida no Brasil e o número cada vez maior de pessoas que ultrapassam os 80 anos, o envelhecimento saudável passou a ocupar um espaço central no cotidiano das famílias. Atento a essa realidade, o Centro Universitário UNICEPLAC, em Brasília, desenvolve uma série de atividades e atendimentos gratuitos dedicados à terceira idade, envolvendo alunos e professores de diferentes cursos. Entre as iniciativas, estão os projetos EnvelheSer Ativo e Mente Ativa, que têm transformado a rotina e promovido bem-estar a muitos idosos da região.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>EnvelheSer Ativo</strong></h2>



<p>O projeto é realizado semanalmente, às quintas-feiras, das 14h às 16h, na sede do UNICEPLAC, no Gama. A iniciativa conta com a participação de estudantes de <a href="https://www.uniceplac.edu.br/curso/fisioterapia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fisioterapia</a>, do 1º ao 8º semestre, e já beneficiou 15 idosos desde seu início, em março deste ano.</p>



<p>Durante os encontros, os participantes realizam exercícios físicos associados à estimulação cognitiva, além de atividades de dança, palestras e eventos temáticos. Há também o projeto Fisioterapia Geriátrica, que no momento atende 33 idosos, no período matutino. Os interessados devem entrar em contato pelo telefone 3035-3940. As vagas são limitadas.</p>



<p>“<em>Os alunos colocam a teoria em prática e têm a oportunidade de interagir com os idosos de forma enriquecedora. Projetos voltados para essa faixa etária, como grupos de convivência, oficinas de arte, dança, coral, atividades físicas e ações comunitárias, promovem o envelhecimento ativo ao possibilitar a troca de experiências, a criação de vínculos afetivos, o aumento da autoestima e o aprendizado contínuo. Além disso, o ambiente é acolhedor, respeita as limitações e valoriza as capacidades de cada participante</em>”, explica a professora Katiane Duarte Felix, especialista em ortopedia, traumatologia e reumatologia, além de mestre em gerontologia. Ela coordena o projeto ao lado da professora Tatiana Parada Romariz Rodrigues, especialista em neurofuncional e mestre em educação.</p>



<p>Segundo a <a href="https://www.who.int/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Organização Mundial da Saúde (OMS)</a>, o envelhecimento ativo é o processo de otimizar as oportunidades de saúde, participação e segurança, a fim de melhorar a qualidade de vida à medida que as pessoas envelhecem. Isso inclui manter a funcionalidade física e cognitiva, ter autonomia para realizar atividades do dia a dia, participar ativamente da comunidade e sentir propósito e pertencimento.</p>



<p>“<em>Quando o envelhecimento é visto sob uma perspectiva ativa, essa fase da vida pode ser vivida com autonomia, dignidade e qualidade. Significa continuar engajado social, física e mentalmente, aproveitando as oportunidades de desenvolvimento pessoal e participação na sociedade, mesmo diante das mudanças naturais que acompanham o avanço da idade</em>”, reforça a professora Katiane.</p>



<p>Ela lembra que o envelhecimento também traz desafios, como perdas sociais, aposentadoria, falecimento de entes queridos ou afastamento de amigos, que podem levar ao isolamento, um fator de risco para condições como depressão, ansiedade, declínio cognitivo e doenças cardiovasculares.</p>



<p>“<em>Por isso, a socialização é essencial. Manter laços e conviver com outras pessoas estimula o cérebro e as emoções, reduz sentimentos de solidão, fortalece a autoestima e incentiva práticas saudáveis. O projeto EnvelheSer Ativo busca cumprir esse papel ao integrar saúde, interação social e bem-estar para a comunidade idosa do Gama</em>”, completa a docente do UNICEPLAC.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mente Ativa</strong></h2>



<p>No Mente Ativa, os alunos do curso de <a href="https://www.uniceplac.edu.br/curso/psicologia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Psicologia</a> do UNICEPLAC transformam teoria em prática ao oferecer atendimentos gratuitos de estimulação cognitiva para idosos. A proposta é exercitar funções como memória, atenção, linguagem, motricidade e flexibilidade, além de proporcionar um ambiente de socialização e acolhimento para uma população que muitas vezes enfrenta a solidão. Qualquer pessoa com 60 anos ou mais pode participar.</p>



<p>Nesta edição, as atividades tiveram início em setembro e ocorrem semanalmente, sob a supervisão dos professores da disciplina de Neuropsicologia. A cada encontro, os alunos seguem um planejamento prévio que visa trabalhar um conjunto amplo de funções cognitivas e emocionais, oferecendo uma intervenção completa e eficaz.</p>



<p>“<em>O projeto faz parte das atividades de extensão do curso. A iniciativa não só beneficia a comunidade local, mas também proporciona aos alunos uma oportunidade valiosa de experiência prática, permitindo aplicar seus conhecimentos de neuropsicologia no desenvolvimento, planejamento e implementação de intervenções em saúde</em>”, destaca a professora Narjara Melo, mestra em Psicologia Clínica e Cultura e especialista em Neuropsicologia, que atualmente coordena as atividades.</p>
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		<title>UNICEPLAC e Tribunal de Justiça do DF assinam acordo para atendimentos a vítimas de violência</title>
		<link>https://www.uniceplac.edu.br/noticia/uniceplac-tribunal-de-justica-df-assinam-acordo-para-atendimentos-vitimas-de-violencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2025 22:01:18 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.uniceplac.edu.br/?post_type=noticia&#038;p=18482</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com o termo de colaboração, vítimas de violência do DF serão encaminhadas para assistência nos cursos de Direito, Psicologia e Medicina da instituição</p>
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<p><em>Com o termo de colaboração, vítimas de violência do DF serão encaminhadas para assistência nos cursos de Direito, Psicologia e Medicina da instituição</em></p>



<p>O Centro Universitário UNICEPLAC assinou, nesta quarta-feira (27/8), um acordo de colaboração com o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (<a href="https://www.tjdft.jus.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">TJDFT</a>). Com o termo, a instituição passa a oferecer atendimento às vítimas de violência no DF, com a participação de alunos e professores dos cursos de <a href="https://www.uniceplac.edu.br/curso/direito/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Direito</a>, <a href="https://www.uniceplac.edu.br/curso/medicina/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Medicina </a>e <a href="https://www.uniceplac.edu.br/curso/psicologia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Psicologia</a>. Serão disponibilizados serviços jurídicos, além de atendimentos em áreas como psiquiatria, pediatria e psicologia, destinados a vítimas que sofreram violência física, psicológica ou emocional.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="684" src="https://www.uniceplac.edu.br/app/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-27-at-17.59.49-1024x684.jpeg" alt="" class="wp-image-18485" style="width:843px;height:auto" srcset="https://www.uniceplac.edu.br/app/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-27-at-17.59.49-1024x684.jpeg 1024w, https://www.uniceplac.edu.br/app/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-27-at-17.59.49-300x201.jpeg 300w, https://www.uniceplac.edu.br/app/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-27-at-17.59.49-768x513.jpeg 768w, https://www.uniceplac.edu.br/app/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-27-at-17.59.49.jpeg 1152w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A cerimônia de assinatura do acordo foi realizada no auditório do UNICEPLAC, localizado no Gama, com a presença da professora Dra. Kelly Pereira, reitora do UNICEPLAC; do desembargador e 2º vice-presidente do TJDFT, Angelo Passareli; do juiz de Direito do TJDFT e professor do UNICEPLAC, Dr. Edilson Enedino das Chagas; do Dr. Flávio Velloso Borges, chefe de gabinete do Departamento de Polícia Circunscricional da Polícia Civil do DF; da juíza da 2ª Vice-Presidência do TJDFT, Dra. Marília Guedes; da promotora de Justiça e coordenadora do Núcleo de Atenção às Vítimas (NUAV), Dra. Jaqueline Ferreira Gontijo; da subsecretária de Apoio às Vítimas de Violência (SUBAV), Dra. Uiara Couto de Mendonça; e do chefe da Seção de Psicopatologia Forense do Instituto de Medicina Legal (IML) da Polícia Civil do DF, Dr. Otávio Castello de Campos Pereira.</p>



<p>A reitora do UNICEPLAC destacou a relevância da iniciativa: <em>“Esse acordo tem como objetivo transformar vidas por meio da educação. Representa a oportunidade de colocar nossos alunos, profissionais e a comunidade acadêmica a serviço da sociedade, em contato direto com experiências que enriquecem sua formação técnica, humana e cidadã. Ao prestar esses atendimentos, nossos estudantes aprendem, na prática, a ser agentes de transformação social. Tenho convicção de que cada atendimento prestado será uma semente de esperança, de reconstrução e de fortalecimento da autoconfiança das vítimas, assim como de inclusão. Essa ação será decisiva para a formação dos nossos alunos, pois conecta o conhecimento acadêmico com a responsabilidade social”,</em> afirmou a professora Kelly.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1022" height="683" src="https://www.uniceplac.edu.br/app/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-27-at-17.59.50.jpeg" alt="" class="wp-image-18486" style="width:836px;height:auto" srcset="https://www.uniceplac.edu.br/app/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-27-at-17.59.50.jpeg 1022w, https://www.uniceplac.edu.br/app/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-27-at-17.59.50-300x200.jpeg 300w, https://www.uniceplac.edu.br/app/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-27-at-17.59.50-768x513.jpeg 768w" sizes="auto, (max-width: 1022px) 100vw, 1022px" /></figure>



<p>A proposta é complementar os serviços do Judiciário do DF e ampliar a rede de apoio. <em>“São pessoas que já são atendidas pelo judiciário, mas que serão encaminhadas para nós, para que possamos ampliar os atendimentos nas áreas jurídica, psicológica e médica. O acordo visa garantir às vítimas amparo legal, além de proporcionar aos nossos alunos vivências práticas que desenvolvam tanto suas habilidades quanto a humanidade no atendimento a esse público, em casos de violência no âmbito da justiça crimina</em>l”, explicou a professora Risoleide Nascimento, coordenadora do curso de Direito do UNICEPLAC.</p>



<p>O coordenador do curso de Psicologia do UNICEPLAC, professor Wladimir Rodrigues da Fonseca, destacou que a parceria representa um avanço significativo no apoio à comunidade. Ele explicou que o curso já mantém atuação junto ao Ministério Público no Gama, oferecendo atendimento a vítimas de violência, e que a colaboração com o Tribunal de Justiça amplia ainda mais esse trabalho. Segundo o coordenador, entre os serviços previstos estão o acolhimento e os atendimentos continuados a vítimas encaminhadas pelas varas do Tribunal, contemplando homens, mulheres e crianças que tenham sido prejudicados por eventos criminais e que, em decorrência disso, enfrentam situações de violência.</p>



<p>Durante a cerimônia, o desembargador e 2º vice-presidente do TJDFT, Angelo Passareli, destacou o impacto social da iniciativa: “<em>O Poder Judiciário precisa de parcerias, e este acordo com o UNICEPLAC é fundamental para levarmos um atendimento mais completo ao cidadão. O trabalho de cada profissional envolvido representa melhor acolhimento e assistência às vítimas. É uma parceria indispensável, que cria uma cultura mais receptiva, com foco na dignidade da pessoa humana e capaz de transformar todo o ciclo penal</em>”.</p>



<p>A subsecretária da SUBAV, Dra. Uiara Couto de Mendonça, também enfatizou a importância do trabalho em rede: “<em>Essa caminhada não é solitária. Acredito que a política pública acontece quando damos as mãos. Além de contribuir para a comunidade, este acordo é um convite para que os estudantes vivenciem, no dia a dia, a realidade da violência. Ao tratarmos isso como missão, entendemos que salvamos vidas. Romper o ciclo da violência depende de nós. É um dever do Estado, mas também uma responsabilidade de todos. Uma rede que apoia, transforma e salva vidas</em>”, completou.</p>
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		<title>Agosto Lilás alerta para a urgência no combate à violência contra a mulher</title>
		<link>https://www.uniceplac.edu.br/noticia/agosto-lilas-alerta-para-a-urgencia-no-combate-a-violencia-contra-a-mulher/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Aug 2025 13:45:18 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.uniceplac.edu.br/?post_type=noticia&#038;p=18320</guid>

					<description><![CDATA[<p>Campanha destaca a Lei Maria da Penha e os serviços de proteção às vítimas. Professora do UNICEPLAC explica os direitos garantidos por lei</p>
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<p><em>Campanha destaca a Lei Maria da Penha e os serviços de proteção às vítimas. Professora do UNICEPLAC explica os direitos garantidos por lei</em></p>



<p>Com foco no enfrentamento à violência contra a mulher, a campanha nacional Agosto Lilás mobiliza órgãos públicos, instituições e a sociedade civil em todo o país. A iniciativa foi criada para ampliar a divulgação da Lei Maria da Penha, garantir a efetivação dos direitos das vítimas e informar sobre os serviços especializados de apoio, além dos canais de denúncia disponíveis.</p>



<p>Dados do Ministério das Mulheres apontam que, em 2024, a Central de Atendimento à Mulher (Ligue 180) recebeu mais de 750 mil chamadas em todo o país, uma média de 2.051 registros diários. A maioria das vítimas é composta por mulheres negras (52,8%), com idades entre 40 e 44 anos. As formas de violência mais relatadas foram: psicológica (101.007 casos), física (78.651), patrimonial (19.095), sexual (10.203), moral (9.180) e cárcere privado (3.027).</p>



<p>No Distrito Federal, os indicadores também chamam a atenção. Segundo o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), houve um aumento de 21,3% nas denúncias de violência doméstica em 2024. Entre março de 2015 e fevereiro de 2025, a Secretaria de Segurança Pública do DF registrou 213 casos de feminicídio. Em 85% desses crimes, os autores tinham relação íntima de afeto com as vítimas, e em 31% das situações já havia ocorrências anteriores contra o mesmo agressor.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Lei Maria da Penha e os direitos garantidos às vítimas</strong></h2>



<p>Sancionada em 7 de agosto de 2006, a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340) leva o nome da farmacêutica que sobreviveu a anos de agressões do marido e se tornou símbolo da luta contra a violência doméstica no Brasil.</p>



<p><em>“De acordo com a lei, qualquer ato ou omissão motivado por gênero que cause lesão, sofrimento físico, psicológico ou sexual, dano moral, patrimonial ou até a morte, caracteriza violência doméstica”,</em> explica Daiana Maria Santos de Sousa Silva, professora do curso de Direito do Centro Universitário UNICEPLAC e orientadora do Núcleo de Práticas Jurídicas da instituição.</p>



<p>A legislação garante às vítimas uma série de direitos, como atendimento ininterrupto pela autoridade policial, medidas protetivas de urgência, afastamento do agressor do lar, pedido de pensão provisória e a suspensão do contrato de trabalho por até seis meses, sem risco de demissão.</p>



<p>Para efetivar esses direitos, diversas ações foram implementadas, entre elas: Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAMs), Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, núcleos de apoio psicossocial, além da Casa da Mulher Brasileira. No ambiente digital, o Programa Mulher Mais Segura, lançado pela Secretaria de Segurança Pública do DF em 2021, permite o monitoramento em tempo real de vítimas e agressores por meio do Dispositivo de Proteção à Pessoa (DPP).</p>



<p>Além da Lei Maria da Penha, outras legislações ampliaram a proteção às mulheres, como a Lei do Minuto Seguinte (nº 12.845/2013), a Lei Joana Maranhão (nº 12.650/2015) e a Lei do Feminicídio (nº 13.104/2015).</p>



<p><em>“As dificuldades para romper o ciclo da violência são diversas, incluindo medo, insegurança, vergonha, dependência emocional e financeira, além da falta de uma rede de apoio”,</em> observa a professora Daiana. <em>“Apesar dos avanços, ainda há muito a ser feito para fortalecer a proteção às mulheres, principalmente por meio da integração entre os órgãos de prevenção e atendimento”,</em> completa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Clínica de Psicologia do UNICEPLAC oferece atendimento gratuito</strong></h2>



<p>No Distrito Federal, a Clínica de Psicologia do UNICEPLAC oferece atendimentos gratuitos à população, incluindo mulheres vítimas de violência doméstica. Os agendamentos são feitos no site da instituição&nbsp; <a href="https://www.uniceplac.edu.br/comunidades/">https://www.uniceplac.edu.br/comunidades/</a></p>
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		<title>Mães no centro do cuidado: como preservar a saúde mental e o bem-estar materno</title>
		<link>https://www.uniceplac.edu.br/noticia/maes-no-centro-do-cuidado-como-preservar-a-saude-mental-e-o-bem-estar-materno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 May 2025 14:21:06 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.uniceplac.edu.br/?post_type=noticia&#038;p=17938</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pressão, culpa e sobrecarga fazem parte do dia a dia de muitas mães. Saiba por que o autocuidado e o apoio emocional são fundamentais — não só no Dia das Mães, mas o ano inteiro</p>
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<p><em>Pressão, culpa e sobrecarga fazem parte do dia a dia de muitas mães. Saiba por que o autocuidado e o apoio emocional são fundamentais — não só no Dia das Mães, mas o ano inteiro</em></p>



<p>A maternidade, sem dúvida, é um momento gratificante, mas também extremamente exigente, especialmente por causa da idealização de que mães são heroínas de força inesgotável. Esse tipo de expectativa, no entanto, muitas vezes empurra as mulheres para o limite da exaustão e torna a saúde mental materna um tema negligenciado.</p>



<p>Pesquisa realizada pela plataforma De Mãe em Mãe, com 872 participantes de todo o Brasil, revelou que 66% das mães classificam sua saúde mental como péssima, ruim ou regular. Apenas 34% a consideram boa ou ótima.</p>



<p>Entre os sentimentos mais presentes, a culpa por não conseguir dar conta de tudo aparece em destaque. Segundo especialistas, gestos de carinho e reconhecimento — muito além de presentes — têm impacto profundo na saúde emocional dessas mulheres.</p>



<p>“<em>Apesar de o Dia das Mães ter um apelo comercial, qualquer relação significativa exige manutenção e investimento constante, que vão muito além de uma única data no ano”</em>, destaca Aline Agustinho da Silva, mestra em Psicologia e professora dos cursos de Psicologia e Medicina do UNICEPLAC.</p>



<p>A seguir, a psicóloga responde três perguntas fundamentais sobre saúde mental materna:</p>



<p><strong>Como as mães podem cuidar da própria saúde mental?</strong></p>



<p>O primeiro passo é entender que autocuidado não é luxo, mas necessidade. Muitas mulheres se sentem pressionadas a serem cuidadoras em tempo integral, deixando suas próprias demandas para depois. Além disso, é preciso considerar contextos diversos: muitas mães enfrentam sobrecarga agravada por dificuldades financeiras ou ausência paterna. Nessas realidades, mesmo atividades simples — como leitura, caminhada, meditação ou um momento de pausa — podem fazer diferença no bem-estar. A psicoterapia também é uma ferramenta valiosa, pois cria um espaço de cuidado que vai além do papel materno, permitindo investir em si mesma.</p>



<p><strong>Como lidar com a culpa de não conseguir “dar conta de tudo”?</strong></p>



<p>A busca por perfeição costuma levar à frustração. O ideal inalcançável de “dar conta de tudo” apenas gera sobrecarga e sensação de insuficiência. Aceitar a própria humanidade é um caminho mais coerente e saudável. A maternidade real, sem romantização, abre espaço para que mães e filhos aprendam a reconhecer e lidar com limites e potencialidades de forma equilibrada.</p>



<p><strong>Qual é o papel da rede de apoio no bem-estar das mães?</strong></p>



<p>A rede de apoio — formada por familiares, amigos, parceiros — é fundamental para o equilíbrio emocional das mães. Independentemente do contexto familiar, é essencial que todos contribuam para o bom funcionamento do dia a dia, evitando que as responsabilidades recaiam apenas sobre a figura materna. A maternidade pode ser um desafio solitário, e contar com pessoas queridas por perto, que ofereçam suporte, faz toda a diferença para a saúde mental das mães.</p>
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		<title>Computação Desplugada: conheça a metodologia que ensina tecnologia sem o uso de telas</title>
		<link>https://www.uniceplac.edu.br/noticia/computacao-desplugada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Conteúdo Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Feb 2025 19:27:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Alunos do curso de Tecnologia da Informação e Pedagogia do UNICEPLAC aprendem e compartilham métodos lúdicos e inovadores de ensino sem celular Imagine uma aula sobre tecnologia onde cartas coloridas substituem códigos digitais e um tabuleiro se transforma em simulador de algoritmos. Esta é a computação desplugada, uma abordagem pedagógica que ensina conceitos da ciência...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Alunos do curso de Tecnologia da Informação e Pedagogia do UNICEPLAC aprendem e compartilham métodos lúdicos e inovadores de ensino sem celular</em></p>



<p>Imagine uma aula sobre tecnologia onde cartas coloridas substituem códigos digitais e um tabuleiro se transforma em simulador de algoritmos. Esta é a computação desplugada, uma abordagem pedagógica que ensina conceitos da ciência da computação sem a necessidade de dispositivos eletrônicos, como celulares, tablets ou computadores, por exemplo. </p>



<h2 class="wp-block-heading has-large-font-size" id="h-o-que-e-computacao-desplugada"><strong>O que é computação desplugada?</strong></h2>



<p>De modo geral, computação desplugada “trata-se de uma metodologia ativa de aprendizagem que tem atraído cada vez mais jovens para as salas de aula. Por meio de atividades interativas, como jogos, desafios lógicos e simulações, os alunos desenvolvem pensamento computacional, raciocínio lógico e habilidades para a resolução de problemas", explica o pedagogo Welton Dias de Lima, professor dos cursos de Pedagogia e Engenharia de Software do Centro Universitário UNICEPLAC.</p>



<p>Aliás, tudo isso acontece de forma acessível. Durante as atividades, os alunos não utilizam meios digitais para estimular a interação social e tornar o ensino da tecnologia mais inclusivo e interdisciplinar. </p>



<p>No UNICEPLAC, os cursos de Tecnologia da Informação (TI) e Pedagogia utilizam a computação desplugada na disciplina de Tecnologias Aplicadas à Educação. </p>



<p>Assim, a abordagem auxilia futuros professores a integrar conceitos computacionais ao ensino de maneira acessível e interdisciplinar. </p>



<p>“No curso de Engenharia de Software, a metodologia é reforça fundamentos como algoritmos e lógica antes da aplicação prática”, destaca o professor Welton.</p>



<p>Na aula, os alunos transformam materiais simples - como papel, papelão, lápis coloridos, caixas, garrafas PET e tampinhas - em jogos e atividades lúdicas. Nos cenários criativos, uma trilha se torna jogo de perguntas e desafios, enquanto a Torre de Hanói, um dos mais famosos jogos matemáticos, ensina raciocínio lógico e algoritmos. </p>



<p>“Resolver a Torre de Hanói de forma eficiente envolve a utilização de recursão, em que o problema é dividido em subproblemas menores. Dessa forma, os alunos precisam pensar logicamente para determinar os movimentos corretos dos discos e garantir que as regras do quebra-cabeça sejam seguidas. Essa atividade também pode ser utilizada para discutir conceitos de complexidade computacional”, destaca o pedagogo.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-large-font-size" id="h-metodologia-tambem-para-a-educacao-basica"><strong>Metodologia também para a educação básica</strong></h2>



<p>Diante das restrições ao uso de celulares em salas de aula da educação básica, a metodologia se torna uma alternativa para manter o ensino da tecnologia acessível.&nbsp;</p>



<p>Em resumo, “o método contribui para reduzir distrações, garantir foco no aprendizado e incentivar a interação social. Além disso, ele se alinha às novas diretrizes que restringem o uso de celulares em sala de aula. Como alternativa, a computação desplugada permite ensinar conceitos computacionais sem a dependência de dispositivos eletrônicos, enquanto os professores têm o papel de direcionar o uso pedagógico das telas de forma crítica e reflexiva”, enfatiza o professor Welton.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-large-font-size" id="h-projetos-academicos-e-acoes-na-comunidade"><strong>Projetos acadêmicos e ações na comunidade</strong></h2>



<p>No UNICEPLAC, trabalhos acadêmicos vêm sendo realizados por meio da computação desplugada, com destaque para o curso de Pedagogia.&nbsp;</p>



<p>Um desses projetos, intitulado “<em>Computação Desplugada: uma investigação sobre o desenvolvimento do pensamento lógico e da resolução de problemas na formação inicial de professores</em>”, busca compreender como essa ferramenta pode aprimorar o ensino de matemática e outras disciplinas da área de exatas na formação docente.&nbsp;</p>



<p>Com duração de um ano, o estudo envolve 100 alunos. “A iniciativa visa capacitar futuros professores, tornando-os mais confiantes e preparados para ensinar conceitos matemáticos nas salas de aula para todas as idades”, explica o professor.</p>



<p>Em complemento às atividades em sala de aula, os estudantes também vêm desenvolvendo iniciativas para levar a computação desplugada para comunidades e escolas. Em 2024, um projeto aconteceu ao longo do ano em uma instituição na Região Administrativa do Gama (RA II), no Distrito Federal. </p>



<p>Alunas do 7º período do curso de Pedagogia do UNICEPLAC organizaram a ação, que envolveu professores do ensino fundamental I, com foco nos anos iniciais.</p>
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		<title>Dia Mundial da Saúde Mental: um bilhão de pessoas no mundo sofrem algum tipo de transtorno</title>
		<link>https://www.uniceplac.edu.br/noticia/dia-mundial-da-saude-mental-um-bilhao-de-pessoas-no-mundo-sofrem-algum-tipo-de-transtorno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Oct 2024 14:41:52 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.uniceplac.edu.br/?post_type=noticia&#038;p=16703</guid>

					<description><![CDATA[<p>Professor do UNICEPLAC destaca a importância de ações preventivas e apoio para manter o bem-estar. Instituição oferece atendimento psicológico gratuito O Dia Mundial da Saúde Mental, celebrado em 10 de outubro, alerta a sociedade sobre os cuidados para a manutenção do bem-estar psicológico. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de um...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading" id="h-professor-do-uniceplac-destaca-a-importancia-de-acoes-preventivas-e-apoio-para-manter-o-bem-estar-instituicao-oferece-atendimento-psicologico-gratuito"><em>Professor do UNICEPLAC destaca a importância de ações preventivas e apoio para manter o bem-estar. Instituição oferece atendimento psicológico gratuito</em></h2>



<p>O Dia Mundial da Saúde Mental, celebrado em 10 de outubro, alerta a sociedade sobre os cuidados para a manutenção do bem-estar psicológico. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de um bilhão de pessoas no mundo sofrem de algum tipo de transtorno mental. Desses, 14% são adolescentes. No Brasil, a situação também preocupa: o país lidera o ranking mundial de transtornos de ansiedade, com 18,6 milhões de pessoas afetadas — o que corresponde a 9,3% da população, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).</p>



<p>Segundo o psicólogo Wladimir Rodrigues, coordenador do curso de Psicologia do Centro Universitário UNICEPLAC, é fundamental reconhecer os sinais precoces de problemas de saúde mental. <em>“Mudanças de comportamento como irritabilidade, isolamento social, alterações no apetite e no sono, além de perda de interesse em atividades antes prazerosas, são indicativos de que algo está errado. Dificuldades de concentração, fadiga constante e sentimentos persistentes de tristeza ou ansiedade também merecem atenção. Em casos mais graves, pode haver pensamentos de autolesão ou suicídio”,</em> explica.</p>



<p>O psicólogo alerta que o estresse e a ansiedade crônicos podem ter consequências severas.&nbsp; <em>“A longo prazo, esses fatores podem levar a transtornos como depressão, burnout e até problemas físicos, como hipertensão e doenças cardíacas. Se não forem gerenciados, o impacto pode comprometer tanto a saúde emocional quanto a qualidade de vida”,</em> completa o professor.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-regular-font-size" id="h-estrategias-de-prevencao-e-autocuidado"><strong>Estratégias de prevenção e autocuidado</strong></h2>



<p>No ambiente de trabalho ou nos estudos, o psicólogo recomenda o estabelecimento de limites claros para equilibrar vida pessoal e profissional, pausas regulares, prática de atividades físicas e técnicas de relaxamento, como meditação. “<em>Ter uma rede de apoio, seja de amigos, familiares ou colegas, é fundamental para compartilhar preocupações e manter uma rotina de sono saudável”</em>, destaca Rodrigues.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-regular-font-size" id="h-atendimento-psicologico-gratuito"><strong>Atendimento psicológico gratuito</strong></h2>



<p>Para quem busca apoio profissional, o UNICEPLAC oferece atendimento psicológico gratuito ao longo de todo o ano. Sob a supervisão de professores, alunos do curso de Psicologia realizam sessões de Psicoterapia Individual, Psicoterapia Infantil e Terapia de Grupo. Os atendimentos ocorrem às segundas-feiras, das 14h às 18h, e às quintas-feiras, das 8h às 12h, no CIEPSI, localizado no 2º andar do Bloco A do campus do UNICEPLAC. Para agendar uma consulta, entre em contato pelo WhatsApp (61) 99697-4486.</p>
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